Pular para o conteúdo principal

Sabeis

Publicidade

Publicidade

Baú de contos

O Mistério do Barulho que Ninguém Fez

(12/10/26) – A manhã tinha começado como qualquer outra na mochila de Nina: um balanço para lá, um chacoalhão para cá, e aquele cheiro de lanche que sempre aparecia mesmo quando não havia lanche nenhum. Os objetos já estavam acostumados com essa rotina meio acrobática. Mas naquele dia, algo…

A Assembleia dos Objetos Desajustados

(05/10/26) – A mochila de Nina estava especialmente cheia naquele dia. Não cheia de coisas, mas cheia de pensamentos. Sim, pensamentos. Porque, embora ninguém saiba disso, mochilas absorvem ideias do mesmo jeito que absorvem migalhas de lanche. E quando ficam tempo demais sem serem…

O Dia em que a Mochila Resolveu Pensar

(28/09/26) – A mochila de Nina sempre foi um lugar movimentado, mas naquele dia ela estava especialmente reflexiva. Sim, reflexiva. Mochilas também pensam, embora façam isso em silêncio, para não assustar ninguém. E aquela mochila, que já tinha visto de tudo, desde migalhas de biscoito até bilhetes secretos, decidiu que era hora de entender melhor…

Publicidade

A Reunião Secreta da Mochila

(21/09/26) – Dentro da mochila de uma criança chamada Nina, acontecia um fenômeno que ninguém imaginava. Não era magia de varinha, nem feitiço de livro antigo. Era algo muito mais curioso: os objetos conversavam. Não sempre, claro. Só quando a mochila fechava, o zíper fazia aquele som de “zzzip” e o mundo lá fora ficava…

O dia em que o céu aprendeu a ver

(14/09/26) – O céu azul amanheceu tão calmo que parecia estar segurando a respiração. Pilu acordou sentindo que aquele seria um dia diferente. Não diferente como quando o vento resolve brincar de empurrar nuvens para todos os lados, mas diferente por dentro, como quando a gente percebe que…

A sombra que não vinha do sol

(07/09/26) – O céu azul daquela manhã parecia ter acordado com uma coceira. Não era uma coceira de verdade, daquelas que fazem as nuvens se mexerem sem parar, mas uma sensação esquisita, como se algo estivesse fora do lugar. Pilu percebeu isso logo que abriu seus contornos macios para o dia. Lira também percebeu, porque veio deslizando até…

O dia em que o céu ficou desconfiado

(31/08/26) – O céu azul daquela tarde parecia mais silencioso do que o normal. Não era um silêncio triste, mas um silêncio curioso, como se o próprio céu estivesse prestando atenção em alguma coisa importante. Pilu flutuava devagar, observando as sombras que o sol desenhava nas nuvens. Lira vinha logo atrás, fazendo pequenos zigue-zagues, como se…

Pilu e o céu que conversava

(24/08/26) – No alto do céu azul, onde o vento parecia brincar de empurrar pensamentos, vivia Pilu, uma nuvem tão fofinha que até o sol gostava de fazer cócegas nela com seus raios. Pilu era redondinha, macia e tinha um brilho discreto, como se guardasse dentro de si uma alegria que não precisava de barulho para existir. Ela gostava de observar o…

Estela e o guardião das sombras perdidas

(17/08/26) – Estela, a estrelinha roxa que brilhava como quem carrega uma pergunta na ponta do brilho, estava observando um canto esquecido do universo. Era um lugar onde a luz parecia andar devagar, como se estivesse cansada de iluminar tanto. Lúnio girava ao seu redor, atento, e Póli tentava virar um guarda-sol, mas parecia mais um…

Estela e o parlamento dos planetas desalinhados

(10/08/26) – Estela, a estrelinha roxa que brilhava como quem guarda perguntas no bolso, estava observando o universo com aquele olhar luminoso de quem percebe que algo não está exatamente no lugar. Ela piscava devagar, como quem tenta ouvir um segredo que…

Estela e o labirinto das órbitas teimosas

(06/08/26) – Estela, a estrelinha roxa que brilhava como quem guarda segredos luminosos, estava numa noite particularmente inquieta. Não era inquietação de medo, nem de tristeza. Era aquela inquietação boa, que dá cócegas na curiosidade e faz a gente querer descobrir o que ainda não sabe. Ela piscava rápido, como se estivesse treinando para uma aventura que…

Publicidade